Friday, February 29, 2008

Pizza? Yes, please!

Tirando a parte da história dos Egípcios, Fenícios e toda aquela gente que come pizza há mais de 5000 anos, o curioso é que ela era um alimento de pessoas humildes do sul da Itália. “Picea”, indicava um disco de massa assada com ingredientes por cima. Servida com ingredientes baratos, por ambulantes, a receita objetivava “matar a fome” principalmente da parte mais pobre da população…talvez daí tenha surgido a tal expressão de que tudo pode acabar em PIZZA. A qualquer hora, em qualquer lugar. Resolve a vida de quem não sabe cozinhar, resolve as dúvidas sobre aonde ir tal noite com os amigos e resolve a conversa. SIM! Ontem estivemos no Bairro Alto. Pizzaria Esperança. Ambiente escurecido…., garrafas de vinho, lustre descolado, mesas de madeira, boníssima música e pessoas de paz. Éramos 6 (1/2 BRASIL 1/2 PORTUGAL) Conheci duas conterrâneas. Que feliz. Que venha o vinho da casa! Branco! Copos rasos, ar de taberna….! PAPO VAI PAPO VEM. Cada vida, uma motivação. Cada minuto, uma história que no fundo, resume-se no mesmo destino -> Lisbonne!

Um brinde aqueles segundos.

TIM…TIM!


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Thursday, February 28, 2008

Um pacote com 10 mini milkas no trabalho….

“É como dar amendoins aos chipanzés….sem querer ofender os pobres dos chipanzés….hihihi”.

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Tuesday, February 26, 2008

http://www.youtube.com/watch?v=9WAc1aZO_58

no mínimo inspirador.

I am tired.

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Monday, February 25, 2008

Só uma coisa me entristece
o beijo de amor que não roubei
a jura secreta que não fiz
a briga de amor que não causei

nada do que posso me alucina
tanto quanto o que não fiz
nada que eu quero me suprime
de que por não saber ainda não quis

só uma palavra me devora
aquela que meu coração não diz
só o que me cega o que me faz infeliz
é o brilho do olhar que não sofri

só uma palavra me devora
aquela que meu coração não diz
só o que me cega o que me faz infeliz
é o brilho do olhar que não sofri

só uma coisa me entristece
o beijo de amor que não roubei
a jura secreta que não fiz
a briga de amor que não causei

nada do que posso me alucina
tanto quanto o que não fiz
nada que eu quero me suprime
de que por não saber inda não quis

só uma palavra me devora
aquela que meu coração não diz
só o que me cega o que me faz infeliz
é o brilho do olhar que não sofri

só uma palavra me devora
aquela que meu coração não diz
só o que me cega o que me faz infeliz
é o brilho do olhar que não sofri


Sueli Costa e Abel Silva

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Sunday, February 24, 2008

JOLIE Normandie….



O Mont Saint-Michel é um ilhote rochoso na embocadura da Mancha, na França, onde foi construído um santuário em homenagem ao arcanjo São Miguel. Seu antigo nome é « monte Saint-Michel em perigo do mar » (Mons Sancti Michaeli in periculo mari), pois tem ao redor a maior maré do mundo. A arquitetura prodigiosa do Mont Saint-Michel e sua baía constituem o ponto turístico mais freqüentado da Normandie e um dos primeiros da França, com mais de  3 200 000 visitantes por ano. Uma estátua de São Miguel colocada no topo da igreja abacial culmina a 170 metros de altura. Diversos prédios e habitações do sítio (aonde hoje são lojas, restaurantes e hotéis) são, a título individual, classificados como monumentos históricos (a igreja paroquial desde 1909, por exemplo) ou inscritos no inventário suplementar de monumentos históricos. Classificado monumento histórico em 1987, o sítio figura desde 1979 na lista do Patrimônio Mundial da UNESCO. (Wikipedia and yo).

Tres Jolie. O passeio foi mágico. A sensação de paz que dá, ao subir até a - praça - dos Abades, no topo do Monte, é indescritível. Era um local para a meditação dos monges abadios…., amazing. Ao lado há uma igreja fantástica, estilo medieval, com janelas sem fim e o pé direito mais alto que já vi na vida. Vale cada segundinho. Uma vez por mês, a maré sobe até as paredes do monte e é um evento indescritível, nas palavras de quem já presenciou. Quando lá estivemos, a maré havia descido uma semana antes, e restaram os espelhos d’água e o infinito banco de areia.

Um beijo e um queijo.




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Friday, February 22, 2008

Hospital. É. Não é um lugar que eu posso definir como agradável. A começar pela angústia….sabe-se lá no que vai resultar, mas depois, quando se está na fila de espera (triagem - 10min), observa-se ao redor….entretanto só se ve sofrimento. Há tanta gente, com tanta coisa diferente. São macas e mais macas, idosos agonizando. Triste. Cadeiras de roda e gente sem força. Lençois manchados, torres de soro, hematomas, sangue. E eu ali no meio de todos eles, por uma besteira tão grande, que era o meu piercing infectado. Uma bolinha de sangue vermelha e pele. Baita bobagem. Me senti uma tonta (aqui, me chamaram de algo parecido com “tenrinha”). Para aprender. Levei tanta, tanta, tanta bronca do médico (e seus dois residentes) que mais parecia a minha avó, o que não há nada pior do que ouvir um “eu te aviseeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeei”, porque assim a besteira feita parece que vem com muito mais força. Foram mais de 2 anos. 3 carnavais - Camboriú - Rio de Janeiro e Lisboa. Agora (finalmente ou não) encerrei outro ciclo, tudo bem que com antibióticos a cada 12 horas durante 8 dias. End. Funny…!

 

P.S.1: O serviço assusta mas funciona! 9,20 Euros total (o Ministério da Saúde Português tem acordo com alguns países, dentre eles o Brasil).

 

P.S.2: Créditos para Adriano Antunes, que me acompanhou do início ao fim nesta tortura, com direito a bolinhos, parada na farmácia e boléia para casa. Minha mãe já te ama. Thanks!

 

Posted by pastel de vento at 11:35:09 | Permalink | Comments (3)

Thursday, February 21, 2008

Adios, piercing.

É. Não adianta mais. Teimei, mas teimei com tudo e com todos antes de sair do Brasil (o aviso de que um piercing em Portugal me traria sérios problemas começou a partir da intuição da minha avó, que costuma adivinhar tudo, ou seja é de longa data), pois gosto tanto do meu brilhantinho. Adios, se vai. Ontem acordei com ele engolido por uma pele molenga. Infectou bonito. Agora dói, dói, dói. É sair do trabalho diretamente para o Hospital S. Francisco Xavier….

 

Confesso que não gosto de ir ao médico. Confesso que o medo é ainda maior quando se tratam de duas personagens: médico português x paciente brasileira. Se ele não arrancar meu narizinho fora, eu agradeço! Cortezinho e antibiótico. É o jeito.

 

Quero a minha mãe!

Buááááá.

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Wednesday, February 20, 2008

nem só do presente vive o pastel.

Pois éééééééé. Isto nem faz tanto tempo assim….mas “de repente, não mais que de repente” cada uma dessas jogadoras abandona o time para fazer uma coisa diferente. Bye bye mundo universitário….advogadas do Periculum in Bola, bons tempos. Saudade de vocês, lindonas!

Posted by pastel de vento at 12:02:37 | Permalink | Comments (3)

Thursday, February 14, 2008

Rentrer…!

É. 6 meses após a minha chegada em terras européias e já está na hora de voltar à cidade da luz. Voltar para onde possivelmente está um frio do “caraças”. Do casamento à Normandie….e uma visita a uma cidade surpresa. Napoleão (que não é Bonaparte) e Catalina (nomes dignos de príncipe e princesa) vão me levar para uma viagem tal como aquelas narradas em epopéias. Pic-nic, nhac. Counting down.

Posted by pastel de vento at 14:12:00 | Permalink | No Comments »

Wednesday, February 13, 2008

E lá se foi o almoço. Pois é bébé (ééééééé expressão querida)! Sem dó nem piedade, levei dois sacos para o lixo, em uma bela manhã de terça-feira. Atrasada para o meu mééééétro diário, desci as escadas “a correr”, PUFT com os sacos para dentro do lugar aonde devem ficar e engatei a primeira para o trabalho.

LINDO. Um saco, preto e grande, eu sabia da onde vinha. Era o lixo da digníssima cozinha. O segundo saco, nem pensei a respeito, simplesmente levei junto. AIMEUDEUSO. Tratava-se do almoço do Rui. AAAAAAAAAAAAAA que vergonha. Tupperware, feijãozinho e tudo!

(fiquemtranquilosqueoalmoçofoisalvoemtempopoisoruilembrouseantesdeentrarnocarroerecuperouosacodolatão.HÁ!)

Desculpa! Desculpa!

hihi.

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