Comecei a minha semana ao Domingo. Digo isto porque a semana anterior terminou na Sexta-Feira, na noite do Fado, em um dos bares mais GIROS de Lisboa, ao meu ver (www.chapito.org). No Sábado, prefiro esquecer que acordei, pois apresentei o tal trabalho tosco na Faculdade para ouvir do Professor que era para irmos direCTAMENTE à conclusão (pois o tempo dele valia muito dinheiro, há)….! Almoço, tempestade e BUM, edredon das 17h até as 10h30 do dia seguinte! Já no Domingo, resolvi pegar um cine…., que saudade dessa expressão. Estava com vontade de assistir Caramel, a tal história das amigas Libanesas, a velha polêmica da submissão aos homens, então almocei nostalgia, arroz, feijão, salada, batatas fritas e um bifeTEKA (bife grego, meio estranho, mas que misturadinho com o feijão quebrou o galho). Well. Filme, se eu não era a única da sessão das 13h30, era uma das únicas. Mercado, sacola pesada, ladeira, escada, casa. Respira.Tosta Mista, cafézito. Ié Ié. Livraria. Posso passar horas lendo as orelhas dos livros, dos mais diversos temas, e me perder com tanta vontade de entender um pouquinho sobre tudo aquilo. Acabei por comprar o Budapeste, do Chico Buarque. Não consigo parar de ler…estou quase “a engolir” as páginas. Fala de Buda, de Peste, do Rio, de Lisboa, de criança, de mulher e homem, de bolo de abóbora, de aprender húngaro, da saudade do sol, de conhecer o mundo, sobre escrever….fala sem parar, ele narra em uma velocidade incrível. O pensamento vaiiii, e vollllta. Recomendo. Já passou Segunda-Feira. Metade de Terça e meu pensamento está no próximo quinto dia útil da semana. Saudade da Sexta. Esta é feriado. 25 de Abril. Não sei quantos anos da Revolução dos Cravos (1974), sorry, preguiça de calcular. A queda do regime ditatorial de Salazar que vigorava desde 1926 e a entrada do Estado Novo. Fixe. Vou a Peniche…..!
Curisidade fofa! O cravo tornou-se o símbolo da Revolução de Abril de 1974; Com o amanhecer as pessoas começaram a juntar-se nas ruas, solidários com os soldados revoltosos; alguém (existem várias versões, sobre quem terá sido, mas uma delas é que uma florista contratada para levar cravos para a abertura de um hotel, foi vista por um soldado que pôs um cravo na espingarda, e em seguida todos o fizeram), começou a distribuir cravos vermelhos para os soldados, que depressa os colocaram nos canos das espingardas. (Wikipedia).